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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Ola meus caros amigos e leitores deste meu site, aconte que tenho andado um pouco afastado pois nao tenho andado muito bem psicologicamente.
peo desculpaas por isso mas prometo noas postagens brevemente, adeus e ate já.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Me desculpem

Me desculpem caros leitores deste meu blog por nao ter acrescentado mais nada durante uns dias mas acontece que fui a cama com gripe o que me deixou de rastos, peço por isso compreenão por a minha ausencia pois sera temporario.
abraços a todos.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Sinto-me triste.........

Sinto-me triste passo os dias sozinho,prisioneiro de minha própria casa, não tenho amigos ,não tenho irmãos e não tenho família; A única que me apoia e a minha amada Nita e sua irmã Belinha.
Minha mão já não tem cabeça sequer para se aperceber da complexidade de minha doença, meus 5 irmãos que me poderiam dar um enorme apoio nenhum presta ,
sinto-me triste....... 

                                 

sábado, 13 de novembro de 2010

Vida Malvada..........


Toda a minha vida vivi só com minha mãe que lutava diariamente para nos dar de comer aos 5 filhos pois meu pai só queria era (P) e vinho verde o que fez com que os filhos crescessem sozinhos pelas ruas ,pois só a noite quando minha mãe saia do trabalho e que podia ter algum tempo para nós pois tinha que trabalhar dia e quase de noite para sustentar os 5 filhos que tinha.
dado essa influencia da vida de rua teria que crescer com problema de comportamento que se revelaram logo aos 13 anos quando quis largar a escola e ir trabalhar para ter o meu dinheiro e tudo o mais que eu queria, por isso minha escola de Vida começou muito sedo. 
Toda a minha vida descurei minha saúde pensando que o mal so acontece aos outros, quando fiquei seropositivo levei uma paulada de todo o tamanho pois  nunca mais fiquei a  mesma pessoa que eu era.
Minha vida dita de adulto começou muito sedo para mim pois com 13 Anos já trabalha-vá 8h por noite numa das maiores Padarias do distrito de Setúbal e na qual me tornei Padeiro Profissional, e aos 14 iniciara minha vida nas drogas ditas leves.
dai até chegar as drogas pesadas foi um instante e a degradação tinha-se iniciado sem sequer que eu me apercebe-se no poço em que infiára minha vida.
automaticamente larguei as drogas estando limpo faz já 15 anos, e agora que começa-vá a por tudo na ordem aparece-me este brutal enfisema pulmonar que me viria a debilitar mais do que
Agora luto com todas as minhas forças para que venha a ultrapassar este mal que me aflige. 

                                       

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Esperança em Deus


Onde estou,e para onde vou..............

mais um dia que começa e eu a esta hora ja agarrado ao aromaterapia para fazer o atrovene juntamente com o ventilam pois ainda agora acordei e estou com muita dificuldade em respirar, isto e marterizante sofro por mim e por minha esposa que acordou com uma aflição enorme ao me ver com mais uma crise de falta de ar, passeia a noite cheio de apneias do sono e de expectoração a qual não me deixaram dormir toda a noite ,fui uma noite muito aflitiva para mim.
agora que acalmei minha doce paixão acabou de adormecer mas sempre em sobressalto porque não dorme descansada sabendo que eu estou assim, penso que será deste tempo matreiro que tenho tido mais crises e dificuldade em respirar.
Depois ando um pouco chateado pois a clínica onde faço sino-terapia descora e muito os meus tratamentos respiratórios, eu cá para mim  acho que não têm ninguém especializado para fazer massagens pulmonares e exercícios de sino-terapia pois entro e passado 10 minutos estão a me mandar embora.                            
Por que será que eu ate nos tratamentos não tenho sorte , sinto-me bafejado por uma maré de azar que me assola a vida.
                                                                                                

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Meu Dia

mais um dia que chega ao fim e eu ansioso por minha paixão chegar, do meu dia pouco há a contar pois de manha levanto me faço a minha medicação e aromaterapia, depois faço minha higiene diária e tomo o pequeno almoço e vou vaguiar pela net,entretanto chega a hora do almoço ,almoço e há tarde vou a sino-terapia, venho por volta das 4 horas jogo uma PSP e dou uma vista no meu blogue.
ate que minha paixão chega, conversamos um pouco entretanto jantamos faço a medicação e de novo aromaterapia e vemos um filme.
depois chega a noite e vamos dormir pois amanhã minha paixão tem de trabalhar e eu mais um dia solitário terei.
E triste morar tão perto de todos os meus irmãos e ao mesmo tempo estar tão longe pois como já vos tinha dito não são muito dados a me apoiar, se não lhes disserem como vou eles também não perguntão.
Adeus e ate a manhã.

A Vida


A vida, acredita, não é um sonho
Tão negro quanto os sábios dizem ser.
Frequentemente uma manhã cinzenta
Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta.

Às vezes há nuvens sombrias
Mas é apenas em certos dias;
Se a chuvada faz as rosas florir
Ó porquê lamentar e não sorrir?

Rapidamente, alegremente
As soalhentas horas da vida vão passando
Agradecidamente, animadamente
Goza-as enquanto vão voando.

E quando por vezes a Morte aparece
E consigo o que de Melhor temos desaparece?
E quando a dor se aprofunda
E a esperança vencida se afunda?

Oh, mesmo então a esperança há-de renascer,
Inconquistável, sem nunca morrer.
Alegre com a sua asa dourada
Suficientemente forte para nos fazer sentir bem
Corajosamente, sem medo de nada
Enfrenta o dia do julgamento que vem.
Porque gloriosamente, vitoriosamente
Pode a coragem o desespero vencer.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Definição de DPOC


Para se entender o que é a doença pulmonar obstrutiva crônica é preciso primeiro ter noções básicas da anatomia e do funcionamento dos pulmões.

Quando inspiramos, o ar entra pela nossas vias aéreas superiores e chega a traquéia. Está bifurca-se, formando os brônquios principais, cada um indo em direção a um pulmão. Conforme avançam para o interior dos pulmões, os brônquios se ramificam em segmentos menores, chamado de bronquíolos, que por sua vez, terminam nos alvéolos.
Os alvéolos são microestruturas em forma de sacos, altamente vascularizadas, responsáveis pelas trocas gasosas. O sangue que chega aos alvéolos recebe o oxigênio inspirado e entrega de volta o gás carbônico para ser exalado na expiração.



                          Trocas gasosas nos alvéolos. Inspira-se O2, expira-se CO2 (clique para ampliar)
 

Definição de DPOC

A doença pulmonar obstrutiva cronica caracteriza-se por uma limitação da passagem de ar pelas vias respiratórias dentro dos pulmões, principalmente durante a expiração. O ar consegue entrar, mas apresenta dificuldade para sair, ficando preso dentro dos pulmões. Este aprisionamento do ar ocorre pela destruição do tecido pulmonar e perda da elasticidade dos bronquíolos e alvéolos, que acabam por colabar durante a fase expiratória do ciclo respiratório. A destruição dos bronquíolos e alvéolos também é responsável pela perda de capacidade do pulmão em realizar as trocas gasosas, fazendo com que o paciente não consiga aproveitar o oxigênio respirado, nem expelir adequadamente o gás carbónico (CO2) produzido.

A DPOC costuma ser um doença progressiva causada por uma resposta inflamatória anormal dos tecidos pulmonares após exposição cronica a partículas ou gases nocivos, como o fumo, por exemplo. Cerca de 20% dos fumantes desenvolvem DPOC. Outras causas mais raras de DPOC incluem doenças genéticas como deficiência de alfa-1-antitripsina, exposição cronica a poeira tóxica como nos casos de mineração de carvão, fumaça de soldagem ou fumaça de fogo.

Ao contrário dos quadros de asma comum cuja obstrução só existe durante os períodos de crise, a obstrução do DPOC é constante e irreversível. Bronquite é um termo que significa inflamação dos brônquios. Na asma, a bronquite é aguda e reversível. No DPOC ela é crônica e permanente. Porém, é muito comum esses doentes apresentarem episódios de asma sobrepostos a sua doença, ou seja, uma bronquite aguda em cima de uma quadro de bronquite cronica.

 
a) Bronquite cronica
 Na bronquite crônica a lesão pulmonar se localiza nos brônquios e bronquíolos, tornando-os crônicamente inflamados, espessos e com constante produção de muco. O paciente com bronquite crônica apresenta além dos sintomas de falta de ar e cansaço, um quadro de tosse crônica com expectoração.
Bronquite crônica - DPOC

b) Enfisema pulmonar

O enfisema se caracteriza pela destruição e alargamento dos bronquíolos terminais e alvéolos, que perdem sua elasticidade e favorecem o aprisionamento do ar dentro dos pulmões. No enfisema notamos uma hiperinsulflação mantida dos pulmões devido ao ar que nunca sai por completo.

Enfisema - DPOC
Na prática clínica o que encontramos, na verdade, é um sobreposição entre as duas doenças. O doente com DPOC pode ter um quadro com mais características de bronquite cronica, mas apresenta sempre algum grau de destruição dos alvéolos e hiperinsulflação. O mesmo ocorre no enfisema, que costuma ter também algum grau de produção de muco e tosse cronica. Por isso, o termo DPOC é mais adequado para definir a doença destes pacientes.

Sintomas do DPOC

A maioria dos pacientes que desenvolvem DPOC apresentam um histórico de fumo prolongado, pelo menos 1 maço de cigarros por dia durante 20 anos .
A doença começa normalmente a se manifestar após os 40 anos de idade. O primeiro sintoma perceptível costuma ser tosse matinal com expectoração. Porém, um sinal que costuma passar despercebido pelo paciente e seus familiares é o sedentarismo progressivo. Devido ao cansaço e a falta de ar que os esforços começam a produzir, o paciente vai progressivamente limitando suas atividades diárias, até o ponto em que, depois de alguns anos, a doença está tão avançada que mesmo em repouso sente-se cansado e com falta de ar. Como o DPOC acomete pessoas mais velhas, o cansaço e a falta de ar aos esforços são normalmente atribuídos ao envelhecimento e ao cigarro, não despertando muita atenção inicialmente

Conforme a doença progride, a tosse e a expectoração começam a ficar cada vez mais frequentes. A falta de ar tornar-se limitante. A produção de muco e a destruição dos tecidos pulmonares favorecem o aparecimento de infecções, como pneumonia (leia: SINTOMAS DA PNEUMONIA). O broncoespasmo (chiado no peito) começa a ocorrer com frequência.

Dependendo do tipo de DPOC predominante (bronquite crônica ou enfisema), o paciente costuma apresentar duas aparências distintas.

- O enfisematoso é muito magro, desnutrido, com a caixa torácica aumentada, chamada de tórax em barril. É um doente com importante hiperinsulflação do pulmão e dificuldade para pôr o ar para fora, respirando como se estivesse sempre assoprando.

- O bronquítico crônico costuma ser mais para o obeso, cianótico (tom arroxeado da pele por falta de oxigenação adequada), com tosse frequente e grande produção de catarro.



                                                                  Enfisema X bronquite cronica

Necessitamos de amor

Necessitamos de amor. Ele dá sentido às nossas vidas. É o combustível que nos anima. Sem ele é difícil suportar o destino, ou amar a vida, como diz Morin.

O amor é-nos intrínseco, e, de acordo com certa visão científica, ele é o herdeiro de um certo sonho bacteriano: o sonho remoto de qualquer bactéria em se unir e fundir com outra.

O amor transmuta-nos, transforma-nos, ou afunda-nos (na sua falta). É ele que, inclusivamente, está na base de alguns dos nossos ódios, e de muitos crimes: por amor a uma certa ideia de Deus e a verdades religiosas interpretadas de forma estreita, encerrando uma concepção pobre do homem e da vida, os fundamentalistas muçulmanos cometeram morticínios como os do 11 de Setembro e do 11 de Março.

O terrorismo e o ódio podem ser formas pervertidas de amor. O amor frustrado, e tudo o que se opõe ao amor, tornam-se facilmente objecto de ódio. O amor esconde-se nos mais diferentes níveis da nossa existência e da nossa procura de felicidade e plenitude, e assume, por isso, diferentes formas, conteúdos e graus.

Há o amor a ideias, a projectos e a ideais. Há o amor a Deus: «Tarde te comecei a amar, meu Deus, minha Beleza tão antiga e tão nova, tarde te comecei a amar» (S. Agostinho).

Há o amor de mãe, de pai, de filho, o amor familiar, com tudo o que ele tem de intenso, de visceral, de profundo e autêntico…

Há o amor fraternal, expresso em solidariedade e simpatia para com os outros: «Quando sentimos amor e simpatia pelos outros, isso faz não apenas com que os outros se sintam amados e estimados, como também ajuda a desenvolver sentimentos internos de paz e felicidade» (Dalai Lama).

Há, inclusivamente, o amor a todas as criaturas, ao mundo, aos animais, de que S. Francisco de Assis é talvez o expoente maior: «Quis tratar os silenciosos animais, por mais pequenos que fossem, pelos nomes de ‘irmão’ e ‘irmã’, reconhecendo neles a mesma origem que a sua» (S. Boaventura).

Mas o amor mais cantado, e que mais comentários atrai, envolve a paixão amorosa, o enamoramento, o amor entre homem e mulher, com todo o encantamento, poesia, grandeza, excepcionalidade, que pode conter.

É esse o amor que nos leva a «ver o mundo com outros olhos», e a ver formas de «beleza superior» (Santayana). É a ele que se associa o mundo da «poesia», contraposto ao «mundo da prosa» (Rimbaud).

É ele que «enfeitiça os leões caçadores da montanha, os animais do mar, o homem e todas as criaturas que a Terra alimenta» (Eurípides).

É a ele que Shakespeare se refere em Uma Noite de Verão, quando diz que «Amantes e loucos têm cérebros tão fervilhantes, tão cheios de fantasias, que superam tudo o que a fria razão pode entender».

É essa a grande forma de amor cantada ou analisada por poetas e romancistas, presente na Bíblia, no Cântico dos Cânticos («Os teus dois seios são dois filhotes gémeos de gazela, que se apascentam entre os lírios». «Quero ir ao monte da mirra e à colina do incenso. Toda bela és tu, ó minha amada, e em ti defeito não há»), ou presente nas grandes sagas medievais, como a da Lancelote e de rainha Genebra.

varias imagens